Depilação Masculina: Uma Realidade no Sistema Prisional
Um influenciador tem gerado grande repercussão nas redes sociais ao contar como os homens se depilam enquanto estão na cadeia. Conhecido como Júnior Azevedo, ele criou um perfil no Instagram para documentar sua rotina após ser transferido para o regime de pena domiciliar. Detido desde abril de 2025, durante uma investigação de estelionato, Júnior compartilha detalhes sobre a vida no sistema prisional que surpreendem muitos seguidores.
Segundo o relato do jovem, a depilação entre os detentos acontece todas as terças-feiras, em um pátio reservado, com duração de aproximadamente 1h30 a 2h. “Fui preso e agora vou contar como a gente fazia para se depilar lá dentro. Não pode ter vergonha, porque todo mundo fica pelado no pátio”, declarou, enquanto simulava o ato de depilação agachado de cócoras.
Os Métodos Preferidos dos Detentos
Além de compartilhar a experiência da depilação, Júnior Azevedo também comentou sobre suas preferências pessoais. Ele, que já passou por procedimentos cirúrgicos para se assemelhar ao ator Cauã Reymond, revelou que não se sente confortável usando barbeador. Em vez disso, opta por utilizar linhas para remover os pelos da região pubiana, uma técnica que pode parecer surpreendente para muitos, mas é comum entre os detentos.
O influenciador, que ficou seis meses na Casa de Privação Provisória de Liberdade V (CPPL5), localizada em Itaitinga, no Ceará, é parte de uma unidade prisional que abriga exclusivamente homens homossexuais. Sua abordagem franca e direta sobre a vida na prisão tem atraído a atenção do público, que se mostra curioso em conhecer mais sobre as vivências dentro do sistema penitenciário.
Impacto nas Redes Sociais e A Reação do Público
A revelação de Júnior Azevedo não só intrigou seus seguidores, mas também provocou inúmeras reações nas redes sociais. Muitos ficaram surpresos com a normalização da depilação na cadeia, destacando um aspecto da vida prisional que é raramente abordado. O influenciador, ao compartilhar esses detalhes íntimos, provoca um debate sobre a masculinidade, cuidados pessoais e a quebra de tabus relacionados à saúde e estética no ambiente carcerário.
O engajamento gerado por sua história demonstra um claro interesse do público em temas que fogem do convencional, mostrando que a vida na prisão, apesar de todos os desafios, possui composições culturais e sociais que precisam ser exploradas. Assim, a narrativa de Júnior não apenas entretém, mas também informa e provoca reflexões sobre temas relevantes.


