Conjuntura Econômica como Estratégia Eleitoral
A conjuntura econômica se tornou uma das principais ferramentas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na busca por influência sobre os eleitores nas eleições de 2026. Ao final de 2025, Lula apresenta uma visão otimista, crendo que os indicadores econômicos do Brasil servirão de base sólida para sua campanha à reeleição.
Com a taxa de desemprego alcançando um recorde histórico de 5,2% e um crescimento econômico superior a 2%, além da isenção do Imposto de Renda (IR) para aqueles que recebem até R$ 5 mil, o governo comunica que o país está em uma trajetória de crescimento aliado à distribuição de renda. “Temos os menores índices de pobreza e desigualdade da história”, destacou Lula em seu discurso oficial de Natal.
No cenário político polarizado que se estabelece, a análise feita pelo Palácio do Planalto indica que a decisão do voto tende a ser menos influenciada por ideologias e mais pelo reconhecimento de melhorias concretas nas condições de vida. Aspectos como a redução do custo de vida, manutenção do emprego, crescimento da renda e acesso ao crédito se tornam centrais na estratégia para convencer o eleitor a escolher o número 13 na urna.


