Explorando a Relação entre o Mar e o Desenvolvimento Sustentável
No Brasil, o mar vai além de ser uma simples paisagem; ele é essencial para a subsistência de comunidades, inspira crenças, impulsiona economias e molda futuros. Nesse contexto, a Embratur apresentou um novo episódio da série audiovisual “Turismo Transforma: A Magia do Oceano”. Este documentário mergulha em narrativas reais de brasileiros cujas vidas são influenciadas pelas marés, evidenciando como o Atlântico atua como um vetor de transformação social, cultural e econômica.
A produção passa por locais icônicos de Salvador e Florianópolis, ressaltando o conceito de Brasil Azul. O filme aborda a conservação ambiental e a economia azul, um modelo de desenvolvimento que se baseia no uso sustentável dos recursos marinhos, como pilares de um turismo que vai além da simples contemplação. Os visitantes são convidados a vivenciar experiências que promovem renovação, cura e consciência ambiental.
Promoção do Brasil no Exterior e Exibição em Lisboa
Cumprindo uma estratégia de promoção do Brasil em cenários internacionais, a primeira exibição pública deste episódio ocorreu durante a Galeria Visit Brasil, em Lisboa. O evento, que aconteceu enquanto a capital portuguesa abrigava a Bolsa de Turismo de Lisboa, funcionou como uma vitrine imersiva da cultura e dos destinos brasileiros na Europa. Essa abordagem proporcionou ao público internacional uma experiência sensorial sobre a economia azul.
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, destacou a relevância do Brasil Azul ao afirmar: “N nossas praias não são apenas espaços de lazer. São locais de conservação, fé e sobrevivência. Ao promover o mar brasileiro, estamos compartilhando nossa história e nossa capacidade de inovar com sustentabilidade. É o turismo na prática, aquele que gera legado para quem recebe e memórias transformadoras para quem visita”.
Salvador: O Mar como Espaço de Espiritualidade e Cultura
Um dos principais destaques do episódio é Salvador, onde o documentário captura a dimensão mística da relação entre os soteropolitanos e o mar. Através do olhar de pescadores experientes e devotos de Iemanjá, o oceano é retratado como um espaço de respeito, espiritualidade e ancestralidade. A narrativa realça a Festa de Iemanjá, um evento cultural que atrai turistas de diversas partes do mundo, convertendo devoção em uma poderosa alavanca de negócios e turismo cultural.
Na capital baiana, o mar é visualizado como um espaço acolhedor, onde energias se renovam e a identidade se fortalece. O documentário ainda evidencia como o turismo pode ser um agente de fortalecimento dos patrimônios imateriais, combatendo invisibilidades históricas e transformando tradições em oportunidades econômicas.


