Reflexões sobre o Papel do Setor Produtivo
Conversar com o setor produtivo durante o Natal é dialogar com aqueles que, mesmo em tempos de incerteza, não desistem. São pessoas que se levantam cedo, assumem riscos, criam empregos, pagam tributos e continuam a acreditar que o trabalho é uma das principais forças de transformação social.
Na presidência da Associação Comercial da Bahia (ACB), tenho o privilégio de acompanhar de perto a realidade de empresários e empresárias que sustentam a economia do nosso estado. O ano de 2025 foi particularmente desafiador, demandando resiliência, criatividade e coragem para enfrentar decisões difíceis. Contudo, o setor produtivo baiano demonstrou, mais uma vez, sua habilidade de adaptação, inovação e seu compromisso em seguir em frente.
A ACB existe com o propósito de ser um espaço de representação, diálogo e construção. Há mais de duzentos anos, unimos pessoas, ideias e interesses em torno de um objetivo comum: o desenvolvimento econômico da Bahia, sempre com responsabilidade, previsibilidade e uma visão de futuro. Acreditamos que o crescimento deve estar interligado à realidade das pessoas e ao compromisso social.
O Natal nos convida à reflexão. É uma época que nos recorda que, por trás de cada empresa, existem histórias, famílias e sonhos. A confiança, a ética e a cooperação são ativos fundamentais, tão valiosos quanto qualquer indicador econômico. O desenvolvimento verdadeiro só se firma quando é compartilhado.
Neste fechamento de ano, faço questão de expressar meu reconhecimento a cada associado, a cada empreendedor e a cada trabalhador que faz a economia fluir diariamente. Continuaremos firmes na defesa do setor produtivo, no fortalecimento do ambiente de negócios e na construção de um diálogo construtivo com o poder público e a sociedade.
Que este Natal traga renovação de forças e esperança. Que o Senhor do Bonfim ilumine nossos caminhos, trazendo sabedoria nas decisões, união diante dos desafios e confiança para que possamos, juntos, construir uma Bahia mais próspera, justa e humana.


