A nova política de conscientização sobre epilepsia
O prefeito de Salvador, Bruno Reis, acaba de sancionar a Lei nº 9.939/2026, que estabelece a Política Municipal de Conscientização e Orientação sobre Epilepsia. Essa iniciativa visa proporcionar um suporte necessário às pessoas que convivem com a epilepsia e suas famílias, através de ações permanentes focadas na informação e prevenção.
Dentre as diretrizes definidas pela nova legislação, destacam-se campanhas educativas que buscam informar a população sobre os sintomas e tratamentos relacionados à epilepsia. Além disso, haverá a distribuição de materiais informativos, com o intuito de ampliar o conhecimento sobre a condição e desmistificar preconceitos que ainda cercam a doença.
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A legislação também contempla a criação de um sistema de dados para monitorar a incidência da epilepsia na capital baiana. Esse registro será fundamental para subsidiar políticas públicas e fomentar pesquisas científicas, possibilitando um entendimento mais profundo sobre a prevalência da doença na região. Informações relevantes sobre a convivência e o tratamento da epilepsia serão disponibilizadas nas plataformas oficiais da Secretaria Municipal de Saúde, facilitando o acesso à informação.
O projeto, que foi desenvolvido pelo vereador Téo Senna, recebeu aprovação unânime da Câmara Municipal em dezembro de 2025. Essa ampla aceitação reflete a importância do tema e a necessidade de uma abordagem mais efetiva para questões relacionadas à saúde pública.
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Além das medidas de conscientização, a nova lei também autoriza a formação de parcerias com instituições públicas e privadas, o que ampliará o alcance das ações de conscientização e assistência. Essa colaboração é percebida como um passo essencial para garantir que mais pessoas tenham acesso aos medicamentos necessários para o controle da epilepsia no sistema municipal de saúde.
Com essa nova medida, Salvador se posiciona como uma cidade que se preocupa com a saúde e bem-estar de seus cidadãos, demonstrando um compromisso com a inclusão e a melhoria da qualidade de vida da população que convive com a epilepsia. A implementação dessa política já é aguardada com expectativa por especialistas e familiares, que veem nela uma luz no fim do túnel para uma melhor compreensão da epilepsia e o suporte necessário para aqueles que enfrentam essa condição.


