Uma Reflexão sobre a Conexão entre o Campo e a Cidade
Bruno Blecher, com mais de quatro décadas de experiência no jornalismo, compartilha suas vivências sobre o Brasil rural em seu novo livro, “O Sertão é o Mundo”. Ao longo de sua carreira como repórter, editor e diretor de redação, Blecher orientou diversas equipes de reportagem, reunindo histórias que ilustram a relação entre a sociedade urbana e o interior do país.
“O Brasil viveu mais de 500 anos de costas para o seu interior e só recentemente passou a conhecer e valorizar o trabalho do campo”, afirma Blecher. O lançamento de sua obra está marcado para o dia 18 de maio, em São Paulo, e promete atrair a atenção de leitores interessados em compreender a realidade do agronegócio brasileiro.
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Com prefácio escrito por Moises Rabinovici, ex-correspondente internacional de O Estado de S. Paulo e da Época, o livro apresenta uma diversidade de histórias reais que abrangem temas como agronegócio, meio ambiente, ciência e cultura. Blecher destaca como essas áreas têm se entrelaçado ao longo das últimas décadas, contribuindo para que o Brasil se tornasse uma potência global na produção agropecuária.
Entre os relatos, o autor menciona o trabalho dos pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e traz narrativas curiosas, como a sobrevivência de abelhas durante o incêndio na Catedral de Notre-Dame, em Paris. Esses relatos não apenas encantam, mas também despertam reflexões sobre a importância da pesquisa e da inovação no setor.
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Além disso, Blecher apresenta uma análise crítica sobre os desafios que ameaçam as conquistas do agronegócio no Brasil. Questões ambientais e o que ele denomina de “desmonte” da pesquisa agropecuária no setor público são temas centrais que ele não hesita em abordar.
Com um histórico sólido na cobertura de agropecuária e meio ambiente, o jornalista já atuou em veículos renomados como O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, além de ter passado pelo Canal Rural e ocupado o cargo de diretor de redação da revista Globo Rural. “O Sertão é o Mundo” representa seu terceiro livro, complementando obras anteriores como as crônicas “Cidade de Papelão” e “Assassinato no Zap”.


