Parceria para impulsionar a mineração baiana
Na última sexta-feira (10), a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) e a CNOOD Asia firmaram um protocolo de intenções para implantar um polo industrial de processamento de rochas ornamentais na Bahia. Esse acordo representa um avanço significativo para o setor mineral do estado, que busca ampliar sua participação no mercado global.
O protocolo assinado marca o início de estudos detalhados para avaliar a viabilidade do projeto, definir onde será instalado o polo e mapear a infraestrutura necessária para sua implementação. A iniciativa conta ainda com o apoio da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), reforçando o compromisso institucional com o desenvolvimento econômico regional.
Estudos técnicos e infraestrutura estratégica
Entre os pontos em análise está a possibilidade de criação de um porto alfandegado que possa servir de apoio às operações do polo. Essa infraestrutura poderá aumentar a competitividade dos produtos baianos no mercado internacional, facilitando a exportação das rochas ornamentais produzidas.
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Fonte: soupetrolina.com.br
A CNOOD, reconhecida globalmente por sua expertise em projetos de engenharia complexos, será responsável por conduzir estudos técnicos, análises de mercado e propor soluções inovadoras para o empreendimento. Por sua vez, a CBPM fornecerá dados essenciais sobre o potencial das rochas ornamentais da Bahia e realizará o levantamento da cadeia produtiva do setor.
Potencial da Bahia no mercado de rochas ornamentais
A Bahia é destaque nacional pela diversidade e qualidade das suas rochas ornamentais, o que cria uma base sólida para expandir sua atuação por meio da industrialização da produção. Segundo Henrique Carballal, presidente da CBPM, a parceria com a CNOOD reforça o compromisso da companhia em estruturar projetos que agreguem valor aos recursos minerais do estado, promovam o desenvolvimento socioeconômico e elevem a competitividade da mineração baiana no cenário global.
Carballal ressaltou que os estudos serão conduzidos nos próximos meses e servirão como base para a definição do modelo de implantação do polo e para as etapas seguintes do projeto, que prometem movimentar a economia e gerar novos empregos na Bahia.

