Afropunk Brasil celebra a cultura preta em Salvador
O Afropunk Brasil vai além de um simples festival musical ao destacar a força da cultura preta nas suas múltiplas expressões — música, moda e criatividade. Nos dias 7 e 8 de novembro, o Parque de Exposições de Salvador recebe o evento que, pelo sexto ano consecutivo, conta com o patrocínio da Coca-Cola. Em 2026, a marca incorpora o baile charme da capital baiana à experiência, trazendo também projetos voltados à sustentabilidade e à inclusão produtiva. Ao lado da Solar Coca-Cola, responsável pela operação local, a iniciativa inclui a gestão de resíduos do festival, reforçando um compromisso ambiental alinhado à cultura.
Presença da Coca-Cola na cena cultural da Bahia
Participar do Afropunk faz parte da atuação contínua da Coca-Cola no calendário cultural da Bahia. Além do festival, a marca marca presença em eventos como o Festival de Verão de Salvador, onde já viabilizou o recolhimento correto de mais de 10 toneladas de resíduos, no Carnaval da capital com o Camarote Expresso 2222, e também nas celebrações de São João no interior do estado. Essas ações reforçam a relação da marca com a cultura local e seu compromisso socioambiental.
Experiências culturais que conectam público e identidade
O Afropunk Brasil ganha uma atmosfera especial com ativações da Coca-Cola que aproximam o público da cultura preta. A Estação Paredão, estrutura que homenageia os tradicionais paredões de som das periferias baianas, se destaca ao receber o Baile Charme de Salvador durante os intervalos do palco principal. Bailarinos do coletivo conduzem a pista, ensinam passos e transformam o espaço em uma celebração coletiva da dança e da identidade black.
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Outra atração é o Arden Frame, espaço para fotos que utiliza elementos visuais da Coca-Cola em uma ambientação vermelha com reflexos luminosos e molduras suspensas. Os visitantes podem registrar momentos e compartilhar nas redes sociais, com imagens exibidas nos telões do evento. Para completar, brindes exclusivos, como leques vermelhos e copos reutilizáveis com a identidade visual do Afropunk, reforçam a conexão entre marca e festival.
Sustentabilidade e inclusão produtiva em foco
A Solar Coca-Cola assume a gestão dos resíduos no Afropunk, apoiada pelo projeto de economia circular Recicla Solar. O trabalho envolve coleta e triagem de materiais recicláveis, compostagem de resíduos orgânicos e reaproveitamento de óleo e azeite de dendê usados na gastronomia do evento. Além disso, a iniciativa movimenta cooperativas locais, incluindo catadores e baianas de acarajé, fortalecendo o empreendedorismo tradicional e promovendo geração de renda em Salvador.
Willy Bezerra, diretor regional da Solar Coca-Cola, destaca a importância da Bahia para a operação no Nordeste e o compromisso com o avanço socioambiental por meio do festival. A Estação Circular, instalada dentro do evento, permite que o público acompanhe em tempo real a triagem e pesagem dos resíduos coletados, trazendo transparência à operação.
Engajamento e impacto ambiental positivo
Mais de 25 catadores participam da logística de coleta, recebendo capacitação, equipamentos e suporte para garantir condições adequadas de trabalho. Desde 2022, a iniciativa já passou por mais de 16 eventos e coletou mais de 80 mil toneladas de PET, reforçando a economia circular e a conscientização ambiental. Katielle Haffner, diretora de sustentabilidade da Coca-Cola Brasil, ressalta o compromisso de tornar festivais mais sustentáveis e fortalecer a cadeia de reciclagem no país.
Valorização das tradições gastronômicas e inovação social
Uma frente importante do projeto conecta a sustentabilidade à cultura local por meio do reaproveitamento do óleo e azeite de dendê descartados nas frituras do festival. Em parceria com baianas de acarajé e a Associação Nacional das Baianas de Acarajé (Abam), o Sistema Coca-Cola transforma esses materiais em sabão ecológico e detergentes biodegradáveis. Parte dos produtos é doada a instituições sociais de Salvador, ampliando o impacto social da iniciativa e valorizando saberes tradicionais.
Assim, o Afropunk Brasil 2026 reforça seu lugar como espaço de celebração, resistência e transformação, unindo música, cultura preta, sustentabilidade e empreendedorismo numa experiência que reverbera na cidade e além.

